quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Parte 1 - O Doce Veneno do Escorpião

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Interfone. Ele chegou! Deixei subir. Enquanto ele pega o elevador,
checo os últimos detalhes: cabelos escovados, pele cheirosa, boca pronta para
o que der e vier.
No quarto, a cama à espera, a luz bem leve. Para completar o clima,
coloco um CD (se ele for chato, toco baladinhas, techno, para agitar um
pouco; se for legal, prefiro Jota Quest, Emerson Nogueira, uma coisa mais
romântica). Visto uma saia bem curta e provocante, com um top que valoriza
meus seios. 
Tudo fácil de tirar.
Ou de ser tirado. Calço sandálias bem altas. Não que me importe de ser
baixinha. Faz parte do meu charme. Toca a campainha. Atendo. Ele entra. 
Me beija no rosto e se apresenta, já que é sua primeira vez comigo.
Mesmo sem precisar, faço o mesmo. Pego ele pela mão e o levo até o sofá. Em
clima de namoro, a conversa começa e logo ruma para a putaria.
"Hoje, quero te pegar de jeito, por trás."
Mas você quer minha boceta ou meu cu?"
Eu quero tudo , ele responde no meu ouvido enquanto passeia sua mão
pelas minhas coxas.
Sua boca ofegante roça o meu pescoço; sinto a barba por fazer,
enquanto com minhas mãos entre suas pernas sinto o mundo virar pedra. Com um
puxão dele, o top desliza e meus seios pulam para fora. Como quem descobre um
novo brinquedo, deixo que ele segure firme, mas com carinho, O bico do meu
seio fica intumescido com aquela língua atrevida passeando pela auréola.
Sinto sua respiração quente, ofegante. 
Lambe um seio, depois o outro, junta os dois com as mãos, querendo
encher a boca como um garoto guloso. Na confusão de roupas tiradas com
pressa, ele puxa minha calcinha e desce com a boca até o umbigo. Pára. Me
olha com um jeito  sacana.
::você quer que eu te chupe?"
Quero.
Agora,ou depois?"
Você é quem sabe... A língua é sua.
"Mas a boceta é sua."
"Então, quero agora."
Gozei muito, sem precisar de nenhum esforço interior. Foi bom de
verdade. E estava só começando.
Subimos a pequena escada de caracol do meu flat direto para o quarto.
E ele já foi encapotando o pau, para aproveitar o meladinho da boceta, e
engatamos o mais comportado papis e mamis.
"Cavalga em cima de mim."
Primeiro, montei de frente e, com ele todinho dentro de mim, me virei
de bumbum para ele. Não demorou muito até que ele saísse de mim e me pedisse
para retribuir com a boca a gentileza. Chupei até ele gozar, com ele
agarrando com delicadeza meus cabelos longos.
Mal deu tempo de a gente conversar. Ainda com a boca, reanimei o
menino. Num 69 alucinado, ele começou a brincar na minha bunda. Isso me
excitou. Não resisti e montei.
Ele, todo engatado no meu cu, me levantou e me botou de quatro. No
fim, pediu para gozar na minha boca mais uma vez. Deixei, O CD chegou ao
final quase junto com o nosso segundo tempo. Game over. O fim do CD é o sinal
de que a hora que ele tem comigo acabou. Se quiser, pode tomar um banho,
pagar o que combinamos por telefone e..
"Até logo.
Sem ressentimentos. A fila anda. Serviço prestado, pagamento feito
(e). conferido, de forma discreta, sem ele perceber, claro). Ele foi o
primeiro cliente do dia.
Tenho mais cinco pela frente. Com menos de uma hora e um banho entre
um cliente e outro, mal tenho tempo de me refazer. Prefiro fazer tudo de uma
vez, cumprir logo minha meta de cinco programas diários e ficar livre o
quanto antes. 
Hoje, a agenda está funcionando. Quando eu ou o cliente nos atrasamos,
o jeito é o próximo que chega ficar lá na recepção, esperando. Até tudo
recomeçar.
O ritual da chegada, do check-list do corpo e do quarto assim que o
interfone toca é o mesmo para os que virão, O segundo cliente é o tipo de
cara bem tímido, que você tem de pegar pela mão e com quem se tem de conduzir
a transa. Foi mecânico. Com ele, não consigo gozar, pois a trepada é tensa -
para os dois. O terceiro, moleque de tudo, tem fôlego (e rapidez) para me
comer três vezes. Como é o terceiro programa comigo, batizei-o de coelhinho -
mas ele não sabe. Na base da rapidinha, quem não tem tempo de gozar sou eu.
Não faz mal: rola afinidade e a gente sempre conversa bastante.
O quarto traz a amante para uma festinha a três. Uma mulher muito
interessante - e entendida do riscado. Não era bonita, porém me acendeu. Se
eu não me controlo, e a amiguinha dele também, quase que ele fica "na mão",
literalmente. Claro que eu não ia deixar isso acontecer... Enquanto ela me
chupava, com ele me comendo, cavalguei gostoso e gozei. Não pela cavalgada,
mas pela língua.
O quinto era estilo "homem para casar". Não rolou química, mas teve
muita afinidade. Quarentão, conseguiu fazer uma coisa que eu nunca tinha
visto:
gozou sem nem tocar no pau enquanto eu chupava o saco dele. Ah, ele me
trouxe uma torta de limão. Muito boa. Depois de eu cavalgar um pouquinho, o
segundo tempo terminou com ele gozando na minha boca.
O sexto e último do dia quer que eu o leve a um clube de swing. É sua
primeira vez em uma casa dessas. Mais um que vou levar para o mau caminho...
Como a noite estava gostosa, e fazia tempo que eu não usava vestido,
escolhi um que, na verdade, é apenas um pedaço de pano: tem um decotão na
frente e é do comprimento que cobre apenas o bumbum e a boceta. Aproveitei
para ir com uma sandália de amarrar na perna. Queria arrasar. E, claro,
consegui. Eu era a mais gostosa do Marrakesh naquela noite. Mas ele, mesmo
depois de bebermos e dançarmos um pouco,não conseguia entrar no clima de
suruba.
"Não estou à vontade numa sala com tanta gente trepando."
Fomos para a única sala onde homens desacompanhados podem entrar. 
Sentei em um sofazinho vazio e ele começou a me chupar. Do nada,
apareceram uns caras. Sentou um de cada lado no sofá e outros dois ficaram de
pé, só olhando. Quando ele percebeu o movimento, se assustou e acabamos indo
para um quartinho privativo, só nós dois.
Como tinha rolado química, nem fiz questão de trocar de casal. Ele
também não quis. Rolou a noite toda. Chupeta, espanhola, beijo grego... 
Sempre que vou num swing, fico excitada com a chance de, numa dessas
trocas, ficar com uma mulher interessante. Hoje, para sorte do meu cliente,
só havia tiazinhas. Nada contra as tias, só que não me dão tesão. Quase rolou
com um quarentão que me puxou, mas ele estava desacompanhado. Mesmo que não
tenha rolado de eu chupar nenhuma boceta ou de ter trocado de casal, a
madrugada valeu muito. Cheguei em casa às 5h30 da manhã.
Transas enlouquecidas, surubas, muitos homens (e mulheres) diferentes
por dia, noites quase sem fim. O que pode ser excitante para muitas garotas
como eu, na efervescência dos vinte anos, para mim é rotina. É meu dia-a-dia
de labuta já faz três anos. Trabalhando cinco dias por semana, com uma média
de cinco programas por dia - é só você fazer as contas para saber quantas
vezes já transei por dinheiro. Por mais que eu chegue a curtir, a gozar de
verdade, ainda assim é trabalho. Trabalho que escolhi por não ter outra
escolha quando... Bem, é uma longa história. A minha, pessoal, e a da Bruna.
Sim, somos duas. Com duas histórias diferentes numa mesma garota: eu.

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