quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Parte 6 - O Doce Veneno do Escorpião

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Então, teria que trabalhar mais. Uma menina, que morava no
mesmo flat que eu, me falou do "Vintão". Ganha um doce quem adivinhar
por que esse nome. Fiquei muito curiosa para saber como uma menina podia se
vender por 20 reais.
Se o negócio era quantidade e alto giro de capital, lá vamos nós. 
Ela me levou até esse lugar, no Campo Belo. Negócio de alta
rotatividade, muitos quartinhos individuais, luxo zero - idem de higiene. 
Bagaceira, pulgueiro, pocilga mesmo. Imaginem que o quarto é tão
pequeno que só cabem uma cadeira fuleira e um colchão de solteiro no chão,
com um lençol podre por cima (que só é trocado uma vez por dia). A trepada é
rapidinha, 10 ou 15 minutos: programas expressos, dez reais para a o cafetão,
dez reais para a garota. 
Queria muito ver a cara dos clientes. Tinha de tudo ali: gari,
faxineiro, os caras que ganham salário mínimo. Caras a fim de uma gozada,
nada mais. Mas, surpresa: 
tinha boyzinho e cara bem de vida, também. Peguei um engenheiro
quarentão e que transava forte, me pegava de Jeito. Curiosa, não me contive: 
Por que você vem aqui se pode ir a um lugar melhor?". "Prefiro sair
todo dia a fazer um programão num dia só. Por isso venho aqui todos os dias."
Passei a admirar mais as pessoas práticas depois que ouvi essa resposta.
Foram dois dias apenas de "Vintão". 
Embora dois dias bem didáticos, confesso. 
A grande queimada de filme da minha vida no Bandeirantes aconteceu em
outubro de 1999. Eu tinha 15 anos. Dessa vez, não deu para reverter. 
Nem tinha como. Eu morria de tesão por um garoto da minha classe.
Bonito, loiro, branquinho, parecia um anjo, de olhos bem azuis. Mas seu
jeito, metido e meio cafajeste, estragava tudo. Até o dia em que ele começou
a dar em cima de mim. 
Numa aula no laboratório de física, a professora apagou a luz durante
uma experiência. Estávamos todos de pé, ao redor do experimento. Ele ficou
colado em mim. De repente, bem de mansinho, pegou minha mão. Com o coração
disparado, deixei. Ele foi me guiando. Levou minha mão até o seu pênis.
Segurei por cima da calça. Ele já estava duro. Achei que todo mundo estivesse
escutando meu coração bater alucinadamente O medo falou mais alto e eu tirei
a mão. Ele não desistiu. Veio para trás de mim e ficou me encoxando ali, no
meio de todo mundo. Não resisti: 
ele estava dando em cima de mim! Da Raquel, a gordinha! Eu estava toda 
molhada, excitada e assustada. 
Não sei quanto tempo ficamos assim, com ele encostando seu pau duro em
mim por trás, me provocando, acendendo meu tesão.
Como era a última aula daquela tarde, e já estava ficando escuro, ele
se ofereceu para me acompanhar no trajeto para casa. Na verdade, queria me
convencer a ir para algum lugar e fazer o que não tínhamos conseguido
terminar durante a aula. 
"já está tarde, minha mãe vai me dar bronca." "Diz que foi estudar
anatomia com um colega." "Vamos deixar para outro dia." Fiz um pouco de doce.
Até que ele me dobrou. 
"Pô, você não vai me deixar assim, na mão, vai? Eu sei que você também
quer." 
Paramos junto ao muro de uma escola que ficava na rua de trás da minha
casa. Na hora, não deixei que ele me beijasse, mas acabei batendo uma para
ele ali, no meio da rua deserta, mesmo sem vontade. 
No dia seguinte, na aula, ele continuou insistindo, mandou bilhetinhos
e eu não resisti mais. Tinha chegado a minha hora. Depois da aula, uma nova
aventura. No caminho, ele parou para comprar camisinhas. Entrei em pânico,
como em tantas outras "quase" vezes em que transei. Não queria que minha
primeira vez fosse assim. Nem que ele percebesse que eu ainda era virgem.
Paramos em uma rua sem saída. 
"Não vai rolar." "Qual é?" 
"Eu fiquei de sair com minha mãe." 
"Nada disso: a gente chegou até aqui e não vai ficar por isso mesmo." 
Quis novamente ir embora, mas ele não deixou. 
"Daqui você não escapa sem ao menos fazer um boquete pra mim." 
Não tinha mais saída. Só sairia de lá se fizesse um oral nele. Também
não poderia dizer que não sabia fazer isso. E a vergonha? Nunca tinha
colocado um pau na minha boca, não tinha a menor idéia de como fazer aquilo.
Me imaginei chupando um picolé. Eu agachada no chão, ele encostado na parede,
com as calças arriadas, agarrando meus cabelos, sincronizando o vaivém. Não
curti essa de ficar empurrando minha cabeça. Eu segurava seu pau pela base,
junto do saco. Se deixasse, ele ia enfiar tudo para dentro. Estava com medo
de engasgar, mas muito excitada. Pela situação, pelo gosto do garoto, pelo
cheiro dele, pelo ato em si, pelo medo de ser flagrada. 
Não demorou muito, ele começou a gemer de verdade, arfando, empurrando
seu p... com força entre meus lábios. Então, com um empurrão mais forte, veio
aquele gosto estranho, direto na minha garganta. Ele gozou dentro da minha
boca. Só não tive coragem de engolir.
Não sei se é verdade, mas ele me disse que aquela tinha sido a melhor
chupada da vida dele. Bem, estreei com elogios da crítica... Só sei que ele
realmente gemeu gostoso. Só me faltou, mais uma vez, coragem para dizer que
aquela tinha sido minha primeira vez. Prometemos que aquilo morreria ali,
entre nós. 
Muito boba, eu mesma quebrei a promessa: contei para uma "amiga", que
idolatrava o cara. Ele, pelo visto, também não manteve a boca fechada. A
fofoca correu a série toda em poucos dias. Ninguém veio me perguntar se era
verdade, ouvir o meu lado da história. Só ouvia as risadinhas e sentia os
olhares na minha direção. Alguns de malícia. Outros, de nojo. 
Como num passe de mágica, sumiu todo mundo. Nem as minhas "amigas"
ficaram a meu lado. Fiquei absolutamente sozinha. Era a vergonha de serem
vistos comigo. Uma menina veio me perguntar quanto eu cobrava. Disse que
nada. Não devia ter feito isso. Me senti injustiçada. Até mesmo aquelas que
já não eram mais virgens ajudaram a criar e espalhar minha fama de puta pelo
colégio. Mas segurei minha barra. Ia à escola normalmente e, mesmo sozinha e
machucada, derramei poucas lágrimas por causa disso, apesar de estar sofrendo
de verdade com a situação. Eu só tinha 15 anos! Até o dia em que, não
agüentando mais hipocrisia, disse: "Fiz, gostei e faria de novo". Serviu para
calar algumas bocas. 
Eu sei que não cometi nenhum crime. Então caiu outra ficha: o que o
garoto tinha contado? Homem tem essa mania idiota e infantil de aumentar
tudo, de contar vantagem. Nunca soube se isso aconteceu, já que ninguém
falava comigo. Nem ele. Mas acho que ele se vangloriou, sim, de ter
"transado" comigo. 
A história, claro, foi parar na diretoria. Neguei tudo e negaria até a
morte. Nesse dia, desabei. Cheguei em casa chorando e contei tudo para minha
mãe. Bem, nem tudo. Disse que havia saído da escola para beijar um garoto e
que ficaram inventando que eu tinha transado com ele, que tinha feito sexo
oral nele. Era o fim da oitava série e minha mãe achou melhor me mudar de
colégio. Não sei se ela acreditou em mim. Ou simplesmente fingiu, como eu. O
Bandeirantes viraria história. Isso se um menino de lá não tivesse também
mudado para o Maria Imaculada - e caído na mesma classe que eu. História
devidamente espalhada, Raquel mais uma vez marginalizada. Quer saber? Fodam-
se! 
A experiência do "Vintão" tinha sido muito interessante, de verdade. 
Embora não fosse para mim. Eu trabalho com meu corpo e, claro, fico
cansada.
Sem querer brincar com trocadilhos, essa "vida fácil" não é mole, não. 
Fazer dez programas por dia beira a insanidade. Fica tudo dolorido. O
negócio era experimentar outro privê, tomar fôlego e começar novamente. Mas
com outra cabeça. 
Fui parar numa casa da rua Michigan, no Brooklin. Hoje sei por que
tinha de passar por lá: foi onde ganhei o meu "sobrenome". Sempre gostei
muito de mar. Uma de minhas duas irmãs tinha uma casa no Guarujá e eu sempre
descia. Saudades... 
No mar, tive meus únicos momentos sozinha, sem ninguém por perto.
Cheguei a surfar de morey e até de prancha nos points de lá. Mas ninguém
sabia disso. 
Havia duas "Brunas" trabalhando na casa. Um cliente escolheu a Bruna e
a gerente levou a outra para ele:
Não é essa, quero a surfistinha. Gostei do cara. Foi um programa em
que rolou química e afinidade. "Por que você me chamou de surfistinha? Você
tem estilo. Taí: gostei! Quando saí dessa casa e comecei a trabalhar em flat,
tinha de arrumar um sobrenome que combinasse comigo. Lembrei da história e
não tive dúvidas:
eu seria a Bruna Surfistinha.
Já falei que uma das coisas que mais me irritavam nos privês era a
história das roupas. Bem, lá vai mais uma história de bastidores. Na
Michigan, era o pessoal da própria casa que lavava as roupas de banho (as de
cama iam para a lavanderia). Tinham umas quatro máquinas de lavar e um monte
de varal para secar. Só que, na chegada do inverno, quando surgem mais
clientes, não fazia sol e as benditas não secavam de jeito nenhum. Na sala
onde as garotas ficavam aguardando tinha um aquecedor. A gente descia do
programa com a toalha, a gerente colocava na frente do aquecedor, deixava
secar um pouquinho, dava uma olhada para ver se não tinha nenhuma manchinha e
embrulhava de novo. Lavou, tá novo, não? E vários homens se enxugavam com a
mesma toalha. Coisa feia...
Toda essa confusão, a descoberta do desejo, as fofocas, a perda dos
amigos, o fato de eu ter sido sempre gordinha, tudo me levou a um lance
doloroso. Eu fiquei com depressão, tomava Prozac e tudo. Uma neura de
engordar de novo, no meio disso tudo, me levou à bulimia. Enchia a cara com
doces e depois, na maior, enfiava os dedos na garganta e... virou uma
compulsão. Eu tinha fome, comia muito, acho que devido ao remédio e à
ansiedade, para em seguida sair correndo da mesa e colocar tudo para fora.
Quando voltava da escola, passava por uma loja e comprava, todo santo dia,
vinte reais em doces e chocolates.  
Praticamente engolia tudo de uma vez, só para sentir o gosto, e, dois
minutos depois, dava um jeito de tirar aquilo de mim. Minha mãe sacou, até
pelo barulho da descarga depois de cada refeição e de cada escapada. Para
disfarçar, comecei a vomitar em um jornal, só para não precisar dar a
descarga.
Sei lá por que veio essa maldita depressão. Quer dizer, até sei: me
achava gorda, feia, era adotada, tinha um monte de problemas com meu pai...
Quando cheguei aos 16 anos, depois da cagada no Bandeirantes e de a história
ter me perseguido também no Imaculada, me vi, não bastasse tudo isso, sem
amigos. A situação chegou em um ponto do qual não via saída. Planejei me
matar. Tinha de ser algo rápido, que não me fizesse sentir dor ou correr o
risco de continuar viva, mas tetraplégica, por exemplo. Um revólver seria o
ideal. Meu pai tinha um em casa. 
Legalizado, claro. Não que ele alguma vez tivesse usado; isso veio do
tempo em que morávamos na chácara. Eu sabia onde ele guardava a arma. 
Um dia, sozinha em casa, estava mesmo no fundo do poço. Peguei a arma
onde meu pai a escondia e, mesmo trêmula, levei o cano à boca. Estranho
segurar uma arma. Ela é fria, seu peso não combina com seu tamanho. Parecia
que eu tinha nas mãos algo de outro planeta, local que bem poderia ser meu
destino final após experimentar o primeiro e último tiro que daria na vida.
Fechei os olhos e, com o dedão, me preparei para pressionar o gatilho. Tinha
uma pressão absurda dentro de mim, da minha cabeça, dentro do meu peito.
Contei até três e...
Aquela merda estava sem balas. Mesmo assim, recobrei a vontade de ir
até o final. Revirei tudo e achei um saquinho onde meu pai guardava as balas.
Não seio que deu em mim, mas não consegui colocar nenhuma bala no revólver. 
Achei melhor desistir. Por enquanto. 
Passou uma semana e eu continuava péssima. Tomava Prozac para ficar
acordada e outra droga para dormir. Acho que nenhuma teve o efeito esperado,
pois passei cada noite desses sete dias repassando minha vida a limpo, vendo
quanta coisa eu tinha que resolver. E resolvi tentar de novo. Esperei todos
irem dormir, coloquei uma cadeira junto à janela da sala, que era a única que
não tinha tela, e concluí que cair do nono andar seria fatal, como eu
pretendia. Subi, coloquei uma perna para fora da janela e, com metade do
corpo para dentro e outra para o nada, fiquei pensando nas coisas ruins da
minha existência. Isso me daria a força necessária para dar o salto. Não
consegui pensar em nada que fosse tão ruim assim a ponto de me fazer tomar
impulso. Só vieram coisas boas a minha mente: meus sonhos, a vontade de fazer
as pazes com meus pais. A coragem, que já não era muita, se mandou pela
janela antes de mim. 
Nunca mais tentei. Queria viver. Então, tinha de fazer algo por mim.
Eu já tinha namorado dois garotos, um do Bandeirantes e outro do
colégio Maria Imaculada, sem nunca ter passado com eles o limite de uns bons
amassos, pegação e um ou outro oral. Vão achar que estou mentindo, mas eu
ainda era tecnicamente virgem aos 17 anos! 
Ou seja: nenhum menino havia enfiado seu pau em mim. O que, também
tecnicamente, qualifica uma garota a ser ou não virgem. Sinceramente, não
teria motivo nenhum para mentir sobre isso agora.
Como minha mãe fazia marcação cerrada, e eu não queria que minha
primeira vez fosse encostada no muro de uma rua escura, ou numa pista de
dança, ficava difícil atender a todos os requisitos. Claro, eu também tinha
de estar realmente apaixonada. Sonhava em arrumar um namorado para ir morar
com ele, não importava a idade que eu tivesse. 
O terceiro namorado da minha vida eu arrumei pela internet. Lá em
casa, meu pai e eu tínhamos, cada um, o seu próprio computador, o que
garantia certa privacidade, mesmo que no mundo virtual. Sempre fui maluca
pela internet e passava horas navegando, escrevendo coisas e, claro,
paquerando no virtual. Até que me apaixonei por um garoto pela tela do
computador. Sério. Marcamos encontro e tudo. No cara a cara, achei ele
horrível. Se não fosse a paixão... Começamos a namorar de verdade.
Em casa, sofremos muito preconceito, pois ele era motoboy. A fílhinha
de papai, classe média, namorando um cara assim Meu pai não aceitou, de jeito
nenhum. "Não quero você namorando um pobre, um motoboy. Imagina você casando
com um tipo assim, que não vai poder te sustentar; você vai ter que
trabalhar." Para ele, família era como a dele:
minha mãe nunca trabalhou, apesar de ser formada em Letras e ter sido
professora, por algum tempo, em Sorocaba, antes de se casar com meu pai. 
Coitada, que tédio:
ver tv o dia todo, cuidar da casa, das filhas, falar bobagens ao
telefone.
A paixão é cega, surda e descerebrada. Muda, nunca. Brigava com meus
pais todos os dias. Acho que foi por causa disso que armei até não poder mais
para acabar de vez com minha virgindade. Imagina o malabarismo. Meus pais
tinham ido viajar e minhas irmãs não moravam mais conosco. Minha mãe, quando
estava fora, sempre pedia para a empregada dormir lá em casa - na sala, para
ser mais específica... Ela sempre dormia cedo, o que era um facilitador.
Planejei tudo. Meu namorado chegou no prédio e me ligou pelo celular. Sem
levantar suspeitas, disse que ia no
apartamento de uma amiga. Desci, encontrei com ele e subimos juntos
pelo elevador de serviço, para evitar ter de interfonar. No meu andar, ele
ficou escondido na escada.
Muito excitante, mesmo. Parecia coisa de filme.
Meu coração disparava sem motivo nenhum; morria de medo de alguma
coisa não dar certo. Pedi um delivery de jantar. Assim que a comida chegou,
pedi para a empregada descer para pegar. Era o tempo de ele entrar
furtivamente em casa pela porta da cozinha e ir se esconder no armário
embutido do meu quarto, enquanto eu disfarçava um pouco na sala. Peguei a
comida, deixei a parte da empregada para ela comer sozinha e fui me trancar
no quarto. Ele saiu do armário (no bom sentido), jantou comigo e esperamos
até ouvir o ronco da empregada. De barriga cheia, ela logo dormia. Saímos do
meu quarto, com todo cuidado para não acordá-la, e fomos para o quarto dos
meus pais. Claro: tinha de ser em cama de casal... A transa não deu muito
certo nas primeiras duas noites (das cinco) em que repetimos esse esquema. Só
na terceira é que tive coragem de transar. Foi uma loucura, muito ruim, pois
foi planejado. Foi algo bem mecânico. Eu senti o hímen se romper e ficou por
isso mesmo. No fim das contas, só perdi a virgindade. Não, aquilo não foi
sexo. Doeu muito, eu nem podia gritar ou fazer barulho.
Levou um tempo até eu transar de verdade.
Valeu a pena? Sim. Eu imaginava que virar a "mulher" de alguém, por
inteiro, seria mais uma razão para eu decidir, finalmente, sair de casa para
morar com ele. Mas percebi que não precisava casar com ninguém para fazer
isso. E tinha de ser rápido.
Meus seios eram pequenos, proporcionais ao meu corpo. Eu estava
contente com eles, mas não era hora de pensar em mim. Lá fui eu, com minhas
economias, turbinar os peitinhos. E não foram só os seios que aumentaram:
entrou outro "prato" no cardápio da Bruna Surfistinha:
oral, vaginal, anal e... espanhola! Se ainda não adivinhou o que é, eu
conto. Eu aperto os dois seios e, naquele apertadinho macio, faço um
"genérico" de boceta Para mim, no começo era engraçado, pois parecia que eu
estava vendo a transa como se estivesse dentro da vagina, com a cabeça do pau
aparecendo e desaparecendo, bem perto da minha boca. Com os mais bem-dotados,
dá até para emendar um "dois em um", com umas lambidas na cabecinha quando
ela chega perto. Já tive clientes que só conseguiam gozar assim.

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